"A sonolência me chega aos olhos.
Aos poucos a mente se desliga do ser. A mão cai, debruçada sobre o corpo inerte.
O peito afoga saudades ofuscantes e inerentes.
A língua saliva aliviada, despreocupadamente despreocupada.
O coração resume batidas aceleradas da nudez interior. O sono chega. Desligo atordoada do corpo que me prende ao mundo...
Adormeço."
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