sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Palavras e textos

Estou sentada com o papel e a caneta na mão. Não sei ao certo o que quero escrever, porém tenho a certeza em meu coração de que devo escrever algo. Coloco a ponta da caneta na folha de papel, e deixo minha mão levemente se mover sozinha, montando em meio á suas alegrias e tristezas, suas palavras de perfeita sabedoria. Cada letra, cada palavra que se forma, vem não de minha mente, mais sim de minha alma, que se torna a inspiração para meu texto. Vou ao fundo dela, buscar os sentimentos e momentos que acredito que sejam e mereçam se eternizar em meio aos meus textos e palavras, em meio aos cadernos e folhas, ao encontro do papel e da caneta. Cada palavra que se pronuncia é algo mágico que se encontra em meio aos meus sentimento, em meio aquilo que estou passando ou sentindo.
Tem vezes que esqueço o quão poderoso pode ser um texto bem feito, o que ele pode representar ou demonstra do momento, do que se passa pela mente e coração do escritor, ou até do próprio leitor. Ao acabar, e sentir lá no fundo, que não há mais nada o que colocar naquele momento, me pego lendo, tudo aquilo que acabo de botar no papel, e noto, que tenho lágrimas nos olhos, e que minhas mão se encontram tremulas, então percebo, que aquilo que eternizei em meio a meras palavras são a tristeza e a insegurança, da realidade da minha vida, são as lágrimas que não chorei, são as dores que me recusei a sentir, são os sentimentos que não me atrevi a demonstrar a ninguém. Meu texto faz de mim, uma pessoa eterna, pois são neles que mostro que posso ser frágil, fraca, e principalmente humana, diferente de muitas das minhas reações que fazem de mim uma pessoa considerada forte, e sem medo, da vida. Por isso digo: Não é o exterior que demonstra quem somos, mais sim o nosso interior.

Nenhum comentário:

Postar um comentário